Incra busca cooperação técnica com a Ufersa para beneficiamento do caju

Foto: Ufersa/Arquivo

Da Assecom/Ufersa

A Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra/RN – vai executar projeto voltado para o beneficiamento da polpa do caju. Para isso, o órgão buscou parceria da Universidade Federal Rural do Semi-Árido. O encontro do superintendente do Incra, Marcelo Gurgel, com a reitora Ludimilla Oliveira, aconteceu nessa quarta-feira, 28, na Reitoria da Ufersa.  O deputado federal Beto Rosado, que tem interesse na valorização da cultura do caju no Rio Grande do Norte, também participou da reunião.

A proposta do Incra é para que a Universidade desenvolva trabalho de pesquisa voltado para a transferência de tecnologias na cadeia da cajucultura, ou seja, estudar o beneficiamento do caju e os impactos desse beneficiamento nos assentamentos rurais de reforma agrária atendidos pelo órgão.

Foto: Assecom

Na ocasião, o deputado Beto Rosado garantiu total apoio, por meio de emendas impositivas – emendas parlamentares que são a parte do orçamento público, indicadas por deputados –, ao projeto técnico-científico a ser desenvolvido pelos pesquisadores da Ufersa. Os recursos vão garantir além da pesquisa com o pseudofruto do caju dentro da instituição, toda estrutura para a cadeia produtiva nos assentamentos do Incra.

A reitora ressaltou que o Incra já mantém convênio com a Universidade, inclusive, o órgão mantém um escritório nas dependências da Ufersa. “Temos trabalhado numa ação de cooperação no que se refere ao campo, pois somos a universidade que responde pelo semiárido”, argumento. Para a professora Ludimilla trata-se de um projeto piloto que deve resultar em impactos positivos na área da fruticultura, mais especificamente, na cultura do caju.

A ideia é começar de imediato o projeto que vai envolver pesquisadores da área de fruticultura da Universidade. O professor Glauber Nunes, pró-reitor adjunto de pesquisa, também se fez presente na reunião representando os demais pesquisadores da instituição.  “Vamos inserir outros produtos processados na alimentação humana, além do já tradicional doce, geleias e sucos feitos a partir da polpa do caju”, finalizou a reitora Ludimilla Oliveira.

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