Vereador diz que tenta guarda de filho encontrado em meio a lixo e animais abandonados

Foto: Edilberto Barros

O vereador mossoronse Paulo Igo (Solidariedade) se pronunciou à tarde desta quinta-feira sobre a situação de seu filho, encontrado na quarta feira (23) numa casa em meio a lixo e animais abandonados.

O adolescente, de 14 anos, é filho de Paulo Igo e da psicóloga Sonaile Vasconcelos, que foi presa.

Paulo Igo diz, em nota, que tenta a guarda compartilhada do filho.

Confira:

Como pai, cidadão e pessoa pública, sou impelido a me pronunciar sobre um fato que muito me abalou e que alcançou repercussão pública. Ontem, fui surpreendido com a notícia da localização de 23 animais e de uma criança, em uma residência no bairro Abolição II.

Nunca poderia imaginar que meu filho estivesse submetido a tal condição. Meu filho, que tanto amo e do qual há quase um ano busco, na Justiça, a guarda compartilhada e, sobre a qual, tive informação que Justiça tem tido dificuldades para intimar a mãe.

Graças a Deus, ontem mesmo estive com meu filho. Abraçamos-nos, choramos de emoção. Esse reencontro aliviou a nossa dor. Principalmente, por verificar que, apesar dos acontecimentos, ele está bem e sendo muito bem assistido na casa da avó.

Ele já está, de novo, matriculado na escola. Agora, o mais importante, a prioridade absoluta, é garantir a integridade psicológica e o seu bem estar. Espero, enfim, que tudo se resolva logo.

Para isso, suplico que entendam e respeitem esse momento; que seja preservada a nossa intimidade e evite-se pré-julgamentos. Agradeço pelas manifestações de apoio neste momento tão difícil.

Entenda o caso:

Nesta terça feira (23), Conselho Tutelar e Guarda Civil Municipal receberam uma denúncia de uma criança que estaria sozinha em uma casa em meio a lixos e animais abandonados.

Eram 23 animais e uma criança de 14 anos.

Os animais foram doados a instituições de defesa da causa e a criança encaminhada a casa de um familiar.

O caso causou extrema comoção, pela situação de abandono em que os animais e o garoto estavam.

É um caso que envolve polícia, conselho tutelar, justiça e outros órgãos que ainda devem se manifestar.

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